Primeiro carro produzido pela Fiat do Brasil que abria sua fábrica em Betim (MG), o 147 trazia novo conceito em tecnologia, aproveitamento de espaço e em tempos de crise do petróleo atendia um mercado que exigia um carro econômico, e para provar esse aspecto num de seus comerciais de lançamento, a Fiat exibiu um 147 L atravessando a ponte Rio-Niterói (14 km) com apenas 1l de gasolina. Foi oferecido primeiramente na versão L e GL de motor 1050 e 55cv, posteriormente ganhou versões mais requintadas com motor 1300 61cv; A GLS e o esportivo "Rallye", houve também uma série especial chamada "TOP".
Em seus quinze anos de produção o Fiat 147 passou por duas reestilizações, sem grandes mudanças na carroceria. Na primeira reestilização ganhou uma frente mais baixa com faróis e grade inclinados, no estilo que a marca chamou "Europa" em 1980 e, mais tarde, em 1983, a segunda que foi chamada Spazio, incorporando para-choques de plástico envolventes no estilo alusivo a modelos contemporâneos da marca como o Fiat Ritmo e o lançamento do ano seguinteFiat Uno. O Spazio foi oferecido nas versões CL, CLS e o esportivo TR substituindo o "147 Rallye", tinha câmbio opcional de 5 marchas.


Na época seu único concorrente era o Volkswagen Fusca que, tinha um desempenho e consumo inferiores. Porém a mecânica sofisticada do 147 na época demandava mais conhecimentos técnicos para sua manutenção, como a troca mais frequente da correia de distribuição (40.000 km), acarretando sua "má fama" devido a inobservância dos proprietários a esses aspectos. Seu câmbio foi criticado por apresentar maior dificuldade para encontrar as marchas em suas primeiras versões, problema que foi em parte solucionado pela Fiat a partir dos modelos de 1984.
Até hoje reúne admiradores e apaixonados, sendo a FIAT 147
a maior comunidade nacional do "carrão pequeno", como se dizia nas propagandas de época. fonte:Wikipédia
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